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Squffy

Em resumo

Equipamento bordado para cão é equipamento em que o nome do animal fica cosido através da fita de nylon, e não impresso por cima nem gravado numa peça pendurada à parte. A Squffy borda coleiras e trelas num estúdio pequeno em Veghel, nos Países Baixos, e grava as chapas de identificação no mesmo sítio. Na fita cabem até dez caracteres, no tipo de letra e na cor de linha que escolheres.

O nome do teu cão, onde um estranho o consegue ler.

Cosido através da fita de nylon, não impresso por cima nem pendurado numa peça à parte.

O que é uma coleira bordada, e porque é que talvez nunca tenhas visto uma

Uma nota antes de tudo, porque em Portugal a palavra coleira leva quase sempre a outro sítio: isto é uma banda de nylon tecida, com fivela e argola, que serve para passear o cão e para levar o nome dele. Não trata nada e não ocupa o lugar de nada que o teu médico veterinário te tenha indicado. Podem andar as duas no mesmo cão.

Feita depois de a encomendares, e não tirada de uma prateleira

Em Portugal a coleira compra-se no supermercado ou na parafarmácia: no Continente, na Wells, ou na clínica ao lado de casa. Sai de lá pronta, dentro de um saco. Isto funciona ao contrário. Antes de escreveres o nome não existe peça nenhuma. A máquina borda o nome numa fita cortada ao comprimento que nos deste, verificamos a costura e a fivela à mão, e só depois a caixa é fechada. Leva dias e não minutos, e tem uma consequência que vale mais dizer agora: uma coleira com um nome cosido não volta para a prateleira de ninguém, por isso é venda final.

Onde é que o nome fica

A maior parte das coleiras com nome assenta o nome à superfície, com uma impressão ou uma transferência a quente por cima da fita. A nossa faz o inverso. Cada letra é cosida através do nylon com ponto cheio, que é o ponto de bordado que enche a superfície toda em vez de a contornar. A linha fica dentro da malha e não em cima dela, por isso não existe camada à superfície. Esse é o mecanismo, e ficamos por aqui.

Porque é que são dez caracteres e não vinte

Dez é onde um nome ainda se lê à largura de uma fita. Cada letra precisa de uma área fixa de tecido: encolhe a letra e os pontos juntam-se até o nome ser uma mancha a três metros de distância. As larguras com que trabalhamos são estas: 15 mm na Puppy, 20 mm na Classic em S e M e 25 mm em L e XL, 25 mm na Tactical em M e 38 mm em L e XL. Se juntares pins a uma Classic, o nome passa a oito caracteres, e a seis numa Classic em tamanho S, porque os pins ocupam o espaço que era das letras. Os pins entram apenas na linha Classic.

E as coisas que não fazemos, porque também definem o produto. Os sinais diacríticos saem: AÇOR fica ACOR. Um nome comprido é encurtado antes de irmos bordar. Fotografias e logótipos não são possíveis. Bordamos texto, nos nossos tipos de letra, o Everest, o Havenlock, o Brimlow, o Rumley e o Solmere, e nas nossas cores de linha. Nada disto é uma falha nossa. É o que mantém um nome legível do outro lado de um parque.

bordado através da fita · até dez caracteres · ferragens em liga de zinco · cosido em Veghel

Para que serve, na prática, um nome numa coleira

Em Portugal a identificação do cão é obrigatória e faz-se por microchip, registado na base de dados nacional de animais de companhia, o SIAC. O licenciamento trata-se na tua junta de freguesia. Nada disso muda por causa do que está cosido numa fita, e nenhuma fita substitui nada disso.

O que o bordado faz é outra coisa, e funciona num momento em que o chip não funciona. Quem encontra o teu cão é um estranho na rua, às nove da noite, com um cão que não é dele. Não tem leitor, não é veterinário e não vai de carro até uma clínica. O que essa pessoa consegue fazer é ler um nome e marcar um número. O nome vive na fita. O número vive na chapa.

É também por isso que não pomos um número de telefone na fita: dez caracteres dão para um nome, e um número precisa da área e do verso que só a chapa tem.

Ler mais sobre bordado

Vê o bordado num produto acabado: coleiras, trelas de 1,5 m, chapas de identificação e pins para cães, que entram na linha Classic. Ou monta a tua peça no configurador.

Perguntas frequentes

O que é que escrevo na fita e o que é que fica na chapa?
Na fita vai o nome, até dez caracteres, porque é a única coisa que precisa de ser legível a três metros de distância. O número de telefone vai na chapa, gravado a laser no próprio metal, onde cabe mais texto e onde ainda podes usar o verso. A parte oficial é outra: em Portugal a identificação do cão faz-se por microchip, registado na base de dados nacional de animais de companhia, o SIAC, e o licenciamento trata-se na tua junta de freguesia. Nem a fita nem a chapa substituem isso, e nunca vamos dizer que substituem.
O nome vai em maiúsculas?
Vai. O bordado na fita é sempre em maiúsculas, porque à largura de uma fita as maiúsculas ficam todas com a mesma altura e leem-se melhor do que uma mistura de altas e baixas com hastes a subir e a descer. Os acentos saem: AÇOR fica ACOR e NOÉ fica NOE. À densidade a que a máquina borda, uma cedilha ou um acento empastam contra a letra por baixo e o nome fica pior com eles do que sem eles. Se preferires que tentemos com o acento, escreve-nos antes de encomendar e falamos sobre isso.
Podem bordar um logótipo ou o símbolo de um clube?
Não. O ponto que usamos é feito para texto. Um símbolo tem de ser digitalizado, obriga a várias linhas em sequência e ocupa muito mais área do que uma fita de coleira tem, e numa superfície curva como um pescoço o resultado quase nunca se percebe. Bordamos texto, nos nossos tipos de letra e nas nossas cores de linha, e mais nada. Preferimos dizer que não a vender uma coisa que sai mal.
Quanto tempo é que isto demora a chegar a Portugal?
O prazo tem duas partes, porque nada existe antes de encomendares. Bordamos e verificamos a peça, com saída habitual em 1 a 3 dias úteis, e depois a encomenda faz o caminho de Veghel até Portugal, de 2 a 5 dias úteis. O envio é grátis acima do valor indicado na finalização da compra, que varia de mercado para mercado. E como o nome já está cosido, uma peça personalizada é venda final, por isso vale a pena medir o pescoço antes em vez de contar com uma troca.
A fita e a linha aguentam o sol e a água salgada?
É a pergunta certa num país com esta costa e este verão. A linha está cosida através do nylon e não assentada por cima, por isso não há camada à superfície. A fita seca depressa e a linha está preparada para ciclos de molhar e secar. O que muda com o tempo é a cor da própria fita: o sol tira cor ao nylon, e num verão do interior isso nota-se mais do que à beira-mar. Depois de um dia de praia passa a coleira por água doce, porque o sal fica na mola da fivela e ali não se vê. Um número de anos é uma coisa que não te vamos dar.
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