O nome, bordado. O número, gravado.
A coleira leva o nome. A chapa leva o resto.
metal sólido · gravada na frente, costas opcionais
O microchip e a chapa não são a mesma coisa
O que a lei portuguesa exige é o chip
Em Portugal a identificação do cão é obrigatória e faz-se por microchip, registado na base de dados nacional de animais de companhia. Isso resolve a parte oficial e nenhuma chapa o substitui: quem tem o registo é o Estado, e quem consegue ler o chip é um veterinário, um canil municipal ou a polícia, com um leitor. Se ainda não tens o cão chipado e registado, trata disso primeiro, e confirma na tua junta de freguesia o que falta fazer, porque essa parte varia de freguesia para freguesia.
O que a chapa resolve acontece antes disso
Um vizinho encontra o teu cão à solta num domingo à tarde. Não tem leitor, a clínica está fechada, e ninguém leva um cão desconhecido a lado nenhum às nove da noite. O que essa pessoa consegue fazer é virar a chapa e ler um número de telefone. É por isso que a chapa existe, e é por isso que o número do dono é a informação mais útil que se lhe pode pôr. O chip resolve a propriedade. A chapa resolve a chamada, e a chamada é o que traz o cão para casa na mesma tarde.
Frente e costas
Na frente, o nome, grande o suficiente para se ler à distância de um braço.
Nas costas, se as pedires, a informação de recolha: telefone, morada, ou uma nota sobre alergia ou medicação. Muitas chapas só gravam de um lado. Nós oferecemos as costas porque é esse o lado que conta quando um estranho encontra o teu cão.
Metal sólido, sem camada pintada
A gravação é feita a laser no próprio metal, não impressa nem colada. O texto é retirado da superfície, por isso não existe camada por cima que se possa levantar ou raspar. Todas as chapas são de aço inoxidável com acabamento banhado a ouro de 18K.


































