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Squffy

Uma coleira com o nome do cão feita depois de a encomendares

Duas coleiras Squffy para cão bordadas, deitadas sobre uma mesa de madeira do estúdio de Veghel

Última atualização:

Definition

Uma coleira com nome não é um produto que esteja em stock à espera de comprador. A fita é cortada ao centímetro que indicares e o nome é bordado nela antes de a peça existir, o que significa que leva dias e não minutos, e que não há duas iguais. A razão para a comprar em Portugal é a identificação: quem encontra o teu cão consegue chamá-lo.

Comecemos por uma coisa que descobrimos ao estudar o mercado português e que muda a forma de escrever esta página. Praticamente ninguém em Portugal procura uma coleira personalizada. Todas as maneiras de escrever isso, com nome, personalizada, bordada, ficam entre zero e dez pesquisas por mês.

Não é procura baixa, é ausência de procura. E ao mesmo tempo há quem pague por anúncios em coleira com nome e em coleira com nome gravado, o que quer dizer que a intenção existe e é demasiado fina para o Ahrefs registar um número. Ou seja: é uma categoria que em Portugal está a nascer, e a maior parte das pessoas que aqui chega nunca viu uma coleira feita por medida.

Por isso esta página explica a categoria antes de explicar o produto.

O que quer dizer feita por encomenda

Quando compras uma coleira num hipermercado, a peça já existe. Está numa caixa há semanas, num de três tamanhos, e o que fazes é escolher qual.

Aqui não é assim. Indicas o perímetro do pescoço do teu cão, ao meio centímetro. Escreves o nome. Escolhes a linha e a cor. Só depois a fita é cortada, o nome é bordado nela e as ferragens são montadas. Antes disso a coleira não existe em nenhum sítio.

Duas consequências práticas, e é justo saber as duas antes de comprar. A primeira é que leva dias, e não é entrega imediata. A segunda é que uma peça feita com o nome de um cão não pode ser revendida a outra pessoa, e isso afeta as devoluções: um erro de escrita no nome não é um defeito de fabrico.

Por isso confere o nome duas vezes antes de finalizar. É o único passo desta compra que não tem volta.

Porque é que em Portugal isto se compra

Noutros países vende-se a ideia de uma peça bonita e pessoal. Em Portugal os dados apontam para outro lado, e é um lado mais sólido.

A pesquisa por chapa identificação cão tem o custo por clique mais alto de todo o conjunto português. E as pesquisas por cão perdido, incluindo encontrei um cão perdido o que fazer, somam cerca de oitenta por mês, metade delas feitas por quem encontrou e não por quem perdeu.

É essa a razão útil. Um cão com o nome à vista é um cão que um desconhecido consegue chamar, e um cão que se aproxima é um cão que se deixa segurar. Não é decoração: é o primeiro passo para ele voltar a casa.

E o que a lei portuguesa diz

A parte obrigatória está debaixo da pele do animal: o microchip, inscrito no SIAC, que é o sistema onde o veterinário regista o número, e a licença tratada na freguesia. Nenhum diploma citado aqui, de propósito. Pergunta ao teu médico veterinário, que é quem lida com isso todos os dias.

Uma coleira com nome não é o mínimo legal em Portugal e não substitui o chip. Faz outra coisa, que é funcionar nos minutos em que ninguém tem leitor.

Como se decide, por ordem

Primeiro o nome, porque é ele que manda no resto. Cabem até dez caracteres, o que é uma consequência da largura da fita e não uma regra comercial: as letras têm de assentar entre as duas bordas cosidas e ser legíveis a três metros.

Depois a linha e o tamanho, pelo pescoço do cão e pelo peso dele. Depois a cor da fita. E a cor do fio fica para último, porque não faz sentido nenhum decidi-la antes de saber em que fundo vai assentar. Há uma página só sobre essa escolha e vale os dois minutos que leva a ler.

Se quiseres pins para cão, a decisão muda de ordem: só a linha Classic os aceita, e com pins ficas com oito caracteres em vez de dez.

O que não vendemos

Não vendemos peitorais, açaimes, localizadores nem coleiras com qualquer função eletrónica, e não vendemos coleiras impressas. Dizemos isto porque em Portugal essas são exatamente as categorias vizinhas com procura real, e é melhor sabê-lo antes.

E não vendemos nada de farmácia veterinária. Em Portugal a maior parte de quem escreve coleira na barra de pesquisa procura precisamente isso, por isso convém ser claro: a nossa é uma fita de nylon tecido com ferragens de liga de zinco, não leva nada dentro, e não faz o trabalho daquela que o teu veterinário indicou.

Onde é que o nome fica, e onde fica o número

O nome fica bordado na fita, cosido no tecido e não impresso por cima dele. O contacto fica gravado na chapa, e não por escolha estética: escrever um telemóvel português de forma a que alguém o possa marcar de fora do país ocupa mais espaço do que o bordado tem. A conta está feita na página sobre a chapa e o nome.

As chapas são de aço inoxidável com banho de ouro de 18K, num único acabamento, e gravam-se à frente e, se quiseres, atrás.

Perguntas frequentes

Quanto tempo leva a receber uma coleira com nome?
Dias, não minutos, porque a peça é feita depois de a encomendares: a fita é cortada à medida e o nome é bordado antes de a coleira existir. Não é uma peça que esteja em stock à espera de comprador.
Posso devolver se me arrepender?
Uma peça feita com o nome de um cão não pode ser revendida a outra pessoa, o que limita as devoluções. Um erro de escrita no nome não é um defeito de fabrico, por isso vale a pena conferir duas vezes antes de finalizar. É o único passo desta compra sem volta.
Quantos caracteres cabem?
Até dez. O limite vem da largura da fita e não de uma regra comercial: as letras assentam entre as duas bordas cosidas e têm de ser legíveis a três metros. Com pins para cão ficas com oito, e numa Classic de tamanho S com pins ficas com seis.
Posso pôr o meu número de telefone na coleira?
Não cabe. Escrito de forma a poder ser marcado por alguém fora de Portugal, um telemóvel ocupa mais caracteres do que a fita tem, e cortá-lo ao meio não serve para nada. O contacto vai gravado na chapa, onde há espaço para ele inteiro.
Uma coleira com nome dispensa o microchip?
Não dispensa nada. A identificação obrigatória em Portugal está no microchip inscrito no SIAC, e a licença trata-se na freguesia; pergunta ao teu veterinário. A coleira faz outra coisa: funciona nos minutos em que ninguém tem leitor à mão.
O nome é impresso ou cosido?
Cosido. A agulha atravessa o entrelaçado da fita e a linha fica alojada dentro dele, sem camada nenhuma assente por cima. Não fazemos versões impressas nem aplicamos películas.
Que cor de linha devo escolher?
Deixa essa decisão para último e toma-a com a fita já escolhida. Um fio e um fundo com claridade semelhante dão um nome que ninguém lê a alguns metros, mesmo que a combinação pareça bonita. Há uma página dedicada a esta escolha, com um teste de trinta segundos que a resolve.

Sobre este artigo

A Anna escreve como fala: acessível, direta e fácil de acompanhar. Os seus textos falam da vida real com cães: patas cheias de lama por toda a casa, cachorros que roem tudo o que encontram ou um cão que salta para uma po

Este artigo foi redigido com a ajuda de IA e revisto por Anna de Jong, Autora de vida com cães · Amesterdão. Supervisão editorial: Laura de Wit.

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Referências (4)
  1. [1]Cui, J., Lewis, R. & Carré, M.J. (2017). Wear and durability of textile webbing in dynamic abrasion conditions. Wear, 376-377, 1922-1930.
  2. [2]Saville, B.P. (1999). Physical Testing of Textiles. Woodhead Publishing, Cambridge.
  3. [3]Oğulata, R.T. & Mavruz, S. (2010). Investigation of the color fastness properties of polyester embroidery threads. Fibres & Textiles in Eastern Europe, 18(3), 79-82.
  4. [4]Carter, A.J., Hall, E.J. & Connolly, S.L. (2020). Pulling on the leash: a review of mechanical forces on the canine cervical spine. Veterinary Record, 186(11), 351-356.

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