Até que idade um cachorro cresce, e quando trocar a coleira ao cão

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Definition
Um cão pequeno para de crescer por volta dos oito a dez meses, um cão médio perto do ano, e um cão grande pode continuar a encher até aos dois anos. Mas a coleira não se troca por idade: troca-se quando os dois dedos deixam de entrar. Mede o pescoço uma vez por mês e a idade deixa de ser a variável.
A pergunta que os donos portugueses fazem de facto não é sobre coleiras. É até que idade um cachorro cresce, com várias maneiras de a escrever a somar cerca de cento e quarenta pesquisas por mês. Já quando pôr a coleira ao cachorro e que tamanho de coleira para cachorro não aparecem no índice.
Portanto respondemos à pergunta que existe e tiramos dela a resposta sobre a coleira.
Até quando cresce, por tamanho adulto
Depende inteiramente do tamanho que o cão vai ter e não da raça em si.
Um cão pequeno, até uns dez quilos, atinge praticamente o tamanho adulto entre os oito e os dez meses. Um podengo pequeno ou um teckel estão feitos por essa altura.
Um cão médio, entre dez e vinte e cinco quilos, chega ao final da altura perto do ano e continua a encher no peito uns meses depois.
Um cão grande cresce durante muito mais tempo. Um cão da serra da estrela ou um rafeiro alentejano estão a crescer aos catorze meses e podem continuar a encher até aos dois anos, o que significa quase o dobro do período de trocas.
E se tiveres um cão de raça indefinida, que em Portugal é o caso mais comum, o peso adulto não é previsível pela aparência aos três meses. Aí só a medição serve.
Porque é que a idade é a variável errada
Porque o crescimento não é linear e ninguém o consegue seguir por calendário. Um cachorro pode ficar quase igual durante seis semanas e depois ganhar dois centímetros de pescoço em quinze dias, normalmente a par de um pico de apetite.
Se marcares uma troca de coleira para os cinco meses, vais ter uma coleira apertada durante três semanas sem notar, ou uma coleira folgada durante um mês. Nenhuma das duas é boa: a apertada incomoda e a folgada sai.
A regra prática
Mede o pescoço uma vez por mês. Escolhe um dia fixo, o primeiro sábado, e mede na base do pescoço, com a fita apoiada na pele e não sobre o pelo.
Depois faz a verificação de dois dedos, planos e na horizontal, entre a fita e o pescoço, com o cão de pé. Enquanto entrarem justos, a coleira serve. Quando começarem a entrar com dificuldade, é hora de trocar.
Isto leva um minuto e substitui completamente qualquer calendário.
Quando é hora de mudar de linha
A linha Puppy vai até um pescoço de 32 cm. Acima disso é a Classic que serve, e quem decide a mudança é a fita métrica: há cães grandes que chegam a esse número aos quatro meses e cães pequenos que nunca chegam lá. A idade não entra nesta decisão em nenhum momento.
E vale a pena saber de antemão que a Classic não tem uma largura única: sobe nos tamanhos maiores. Um cão que vai ficar grande pode portanto passar por três bandas diferentes ao longo da vida, o que é normal e não é sinal de nada.
Não compres largo a pensar no futuro
É a tentação óbvia e é má ideia. Uma coleira folgada num cachorro faz três coisas: roda no pescoço e gasta o pelo, engancha-se em coisas ao nível do chão, e sai numa fuga.
Um cachorro é também o animal que mais tenta sair de uma coleira, porque ainda não se resignou à ideia. Comprar para o pescoço de hoje e trocar quando for preciso é mais barato do que perder um cão.
O nome bordado, e o que fazer com ele
Uma coleira com o nome bordado é uma peça feita à medida e não se pode alargar. Vale a pena saber isso antes de encomendar a primeira: num cão que vai crescer muito, algumas pessoas escolhem começar com uma coleira simples e mandar bordar quando o cão parar de crescer.
Uma banda de 15 mm não te obriga a encurtar o nome: o limite de dez caracteres é igual em todas as larguras e a letra é dimensionada para a fita que leva. E como a linha Puppy não recebe pins, não há aqui nenhuma subtração a fazer à conta.
A coleira de que ele já saiu
Muita gente guarda a primeira, e é o destino mais comum: uma coleira com o nome do cão bordado, do tempo em que ele cabia nela, é uma coisa que as pessoas não deitam fora.
Estamos a trabalhar num programa de recolha para reaproveitar ferragens, e ainda não está a funcionar. Dizemos isso em vez de anunciar um serviço que não existe. Até estar, se preferires não guardar, a fita separa-se do metal com uma tesoura e as ferragens de liga de zinco vão para a recolha de metais.
Duas coisas que acontecem nos primeiros dias
A primeira é o cachorro reagir à sensação e não ao aperto. Coça, tenta morder a fita, senta-se e não anda. Isto passa em poucos dias e a maneira mais rápida de passar é pôr a coleira antes de uma coisa boa: antes da refeição, antes de sair. O cão associa a fita ao que vem depois e deixa de a notar.
A segunda é a humidade. Um cachorro que bebe com entusiasmo molha o pescoço todos os dias, e fita húmida contra pele fina pode irritar. Passa a mão por baixo da coleira ao fim do dia e, se estiver molhada, tira-a uma hora.
E uma nota sobre o que a coleira é
A nossa é uma fita tecida com ferragens de liga de zinco, para passear e para levar o nome do cão. Num cachorro isto importa dizer, porque a proteção contra parasitas nesta idade é assunto do teu médico veterinário e não nosso.
Perguntas frequentes
7 perguntasAté que idade um cachorro cresce?
Com que frequência devo medir o pescoço?
Quando passo da Puppy para a Classic?
Posso comprar uma coleira maior para durar mais?
Vale a pena bordar o nome numa coleira de cachorro?
O que faço com a coleira de que ele já saiu?
O cachorro anda a arranhar a coleira. Está apertada?
Sobre este artigo
A Anna escreve como fala: acessível, direta e fácil de acompanhar. Os seus textos falam da vida real com cães: patas cheias de lama por toda a casa, cachorros que roem tudo o que encontram ou um cão que salta para uma po
Este artigo foi redigido com a ajuda de IA e revisto por Anna de Jong, Autora de vida com cães · Amesterdão. Supervisão editorial: Laura de Wit.
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Referências (4)
- [1]Hawthorne, A. J., Booles, D., Nugent, P. A., Gettinby, G., & Wilkinson, J. (2004). Body-weight changes during growth in puppies of different breeds. Journal of Nutrition, 134(8), 2027S-2030S.
- [2]Salt, C., Morris, P. J., Wilson, D., Lund, E. M., & German, A. J. (2019). Growth standard charts for monitoring bodyweight in dogs of various sizes. PLOS ONE, 14(9), e0223306.
- [3]Pauli, A. M., Bentley, E., Diehl, K. A., & Miller, P. E. (2006). Effects of the application of neck pressure by a collar or harness on intraocular pressure in dogs. Journal of the American Animal Hospital Association, 42(3), 207-211.
- [4]Carter, A., McNally, D., & Roshier, A. (2020). Canine collars: an investigation of collar type and the forces applied to a simulated neck model. Veterinary Record, 187(7), e52.
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