Equipamento e Ajuste
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Fivelas táticas, fechos de sapo, pegas de controlo, fita reforçada, e as regras de tamanho para uma coleira que assenta e fica no sítio.

Peitoral ou coleira: para que serve cada um, na verdade
Um peitoral para cão distribui a força da trela pelo peito e ombros, em vez do pescoço. Uma coleira leva a identificação, fica no cão o dia todo sem incomodar, e serve para passeios de rotina. São coisas diferentes. Este guia diz sem rodeios qual vence em cada situação, vindo de um estúdio que faz coleiras e não faz peitoral.
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O mosquetão da trela: não é um fecho de sapo
Como se chama esta peça em português, porque é que fecho de sapo é um erro de tradução, o que duas linguetas fazem que uma não faz, e porque é que os 907 kg pertencem à trela e nunca à coleira.

Fita reforçada: o que reforçar quer dizer numa banda tecida
Onde é que uma coleira realmente cede, porque é que a costura decide mais do que o material, e a resposta honesta à pergunta que está por baixo desta.

A pega de controlo é para dois segundos, não para o passeio
Onde é que uma pega faz diferença numa cidade portuguesa, porque é que segurar por ela durante um passeio é má ideia, e em que linha existe.

A fivela de uma coleira, explicada com o cinto do carro
O que uma fivela de duas fases faz que uma de plástico não faz, o que o número de 360 kg significa, e porque é que em Portugal a palavra fivela quase nunca é sobre cães.

Coleira Tactical: para que serve, e para que não serve
O que muda numa coleira feita para um cão de quarenta quilos, e três coisas que ela não é: equipamento legal, solução para quem puxa, e base para pins.
