Comparações
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Bordado vs gravado, Classic vs Tactical, impresso vs cosido, respostas diretas às decisões de compra.

Dez caracteres na fita, o resto na chapa
A fita bordada aceita até dez caracteres e é onde vai o nome pelo qual chamas o cão. A chapa de identificação é gravada e é onde vai o teu número de telemóvel, que com o indicativo português nem caberia na fita. A divisão não é estética: é o espaço que cada superfície tem.
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Ferragens em tom dourado ou preto mate: qual envelhece melhor
O que os dois acabamentos fazem à luz e aos riscos, o que acontece numa aresta que se gasta, e porque é que em Portugal esta escolha se lê com os olhos de quem compra ouro.

Uma coleira bordada e uma coleira impressa não são a mesma peça
O que é uma camada impressa, porque é que a borda dela é sempre o ponto fraco, o que o bordado português tem a ver com isto, e porque é que não fazemos a versão impressa.

Quem encontra o teu cão não tem leitor de microchip
Porque é que o microchip não chega, o que uma pessoa comum consegue fazer sem leitor, porque é que o teu número não cabe na fita, e como se divide o trabalho entre a coleira e a chapa.

Bordado na fita ou gravado no metal: o que faz cada um
A diferença entre as duas técnicas, o que cada superfície aguenta, quanto espaço tens em cada uma, e porque é que uma coleira com nome gravado não existe.

Classic ou Tactical para um cão da serra da estrela
Como escolher entre as duas linhas com um cão grande português, o que muda na largura e nas ferragens, e a razão que quase ninguém pesa: os pins só entram numa delas.
