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Squffy

A prenda de Natal do cão conta-se para trás, a partir da consoada

Um boiadeiro de berna sentado ao lado de presentes embrulhados debaixo de uma árvore de Natal, com um Classic Dog Collar Ruby Red e o pin para cão Santa Hat

Última atualização:

Definition

Portugal é, com a Finlândia, o destino mais demorado de toda a nossa tabela de portes. Por isso uma prenda feita por encomenda decide-se aqui mais cedo do que em quase toda a Europa, e por isso esta página começa por uma conta.

Portugal é a ponta mais longe do mapa

Uma prenda escolhida em dezembro tem um problema que as outras não têm: tem de estar cá antes de uma noite concreta. Por isso esta página começa pela conta e não pelo produto.

Cada coleira é cortada e bordada só depois de a encomenda entrar, e isso ocupa-nos 1 a 3 dias úteis. Depois há o caminho até cá, que são 4 a 6 dias úteis. Somando: 5 a 9 dias úteis entre pagares e teres a caixa na mão.

Portugal e a Finlândia são as duas pontas mais compridas de toda a nossa tabela de portes, e não vale a pena disfarçá-lo. Quem compra em Lisboa tem de decidir mais cedo do que quem compra em Bruxelas, e a diferença chega a ser uma semana inteira. Conta para trás a partir da tua data, com folga para o correio de dezembro, que anda mais cheio.

Não publicamos uma data limite de encomendas e não prometemos que chega a tempo. O último troço da viagem não é feito por nós, e uma data que não podemos cumprir não serve de nada a ninguém.

Labrador dourado junto a uma árvore de Natal acesa, com uma coleira Classic Ruby Red e os pins gorro e árvore

E a consoada é a 24, à noite

Este detalhe muda a conta e passa despercebido a quem escreve calendários para o resto da Europa. Em Portugal a prenda abre-se na consoada, depois da ceia do dia 24, e não na manhã do dia 25. São umas boas horas a menos.

O Dia de Reis, a 6 de janeiro, tem bolo-rei e tem janeiras, mas não é aqui a data das prendas como é em Espanha. Ou seja: em Portugal não há segunda oportunidade em janeiro. A data é uma só.

O tamanho de um cão que não podes medir

Esta é a parte genuinamente difícil de oferecer uma coleira, e não tem nada a ver connosco: tens de saber um número de um cão que não é teu, sem levantar suspeitas. Há três saídas.

  • Chegas ao cão: mede a coleira que ele usa agora. Aberta, pousada em cima da mesa, da fivela até ao furo que está mesmo gasto. Esse número é mais fiável do que uma fita métrica à volta do pescoço, porque o cão não fica quieto.
  • Não chegas ao cão, mas alguém lá de casa alinha: fita métrica macia à volta do pescoço, na altura onde a coleira assenta, com dois dedos de folga. É a regra inteira.
  • Nenhuma das duas sem estragar a surpresa: deixa a escolha para quem recebe. Um cartão a dizer que o tamanho, o nome e a cor ficam por escolher é uma prenda honesta. Uma coleira que não aperta é um recado para os correios.

O que se escreve na fita

Até dez caracteres. Se os pins forem pedidos ao mesmo tempo, sobram oito, porque os ilhós ocupam parte da banda onde as letras têm de assentar, e numa Classic em tamanho S sobram seis. É a largura da fita a mandar, não uma tabela de preços.

Os nomes de cão em Portugal cabem quase todos: Mel, Bolota, Tareco, Kika, Pantufa. Um número de telemóvel não cabe em formato nenhum, e é por isso que o contacto vive gravado na chapa e o nome vive bordado na fita.

E se estás a escolher às cegas, Cognac Brown com linha Cream é a combinação que menos hipóteses tem de sair mal: lê-se à luz de uma sala, lê-se numa fotografia, e não é de dezembro.

Como se decide, conforme o caso

Onde estásO que oferecerPorquê
Tens o pescoço e tens o nomeA coleira feitaÉ a única versão que traz o nome bordado dentro da fita
Não consegues o perímetro do pescoçoA escolha, num cartãoUma coleira com nome é feita para um cão só e não se troca
Faltam poucos diasSó os pinsEstão em armazém e não esperam pelo estúdio
Já tem uma Classic com ilhósSó os pinsAparafusam-se em segundos, sem mexer na coleira
Mãos a embrulhar uma coleira Classic Cognac Brown em papel castanho, com um pin de boneco de gengibre ao lado

O conjunto de dezembro

O Santa's Squad junta três motivos do mês: gorro de Pai Natal, árvore e boneco de gengibre. Vem na caixa a mesma chave de fendas de bolso e um saquinho de algodão creme, onde fica a guardar o motivo que estiver de fora nesse dia.

Cada motivo aparafusa-se a um ilhó da fita, numa Classic encomendada com pins. Os ilhós entram durante o fabrico da coleira, por isso uma Classic comprada sem eles não os ganha depois. A Tactical (Feito pela Squffy) e a Puppy ficam de fora desta história por completo.

A vantagem prática em dezembro é esta: os pins vendidos à unidade estão em armazém e não são bordados por encomenda, por isso saltam os tais 1 a 3 dias úteis no estúdio. Quando a coleira já não dá tempo, o pin muitas vezes ainda dá. Só serve, claro, se quem recebe já tiver a Classic com ilhós.

O que não fazemos, e é melhor sabê-lo antes

Não fazemos calendário do advento para cães. Não fazemos roupa, fantasias, peitorais nem açaimes. Não fazemos localizadores nem nada com eletrónica lá dentro, e a nossa fita não faz nada no escuro que outra fita tecida também não faça.

Dizemo-lo aqui porque em dezembro estas são exatamente as prateleiras do lado, e porque uma prenda que não é o que o outro julgava não é uma boa prenda.

Podengo numa rua ao anoitecer com uma coleira Classic Olive Green e o nome bordado em linha Cream

Em janeiro

Os pins desaparafusam-se e voltam para o saco. O nome fica, porque a linha atravessa o tecido em vez de assentar em cima dele. Passadas as festas não sobra uma coleira de Natal: sobra a coleira daquele cão, com o nome daquele cão, e é isso que a torna uma prenda que ainda anda cá em março.

Podes montá-la no configurador, ou ver a série toda nas coleiras Classic.

Perguntas frequentes

Fazem calendário do advento para cães?
Não. O nosso catálogo são coleiras e trelas, chapas de identificação e pins. O conjunto de pins não é um calendário: são três motivos que chegam todos ao mesmo tempo, sem portas para abrir e sem contagem decrescente. Mais vale ficar claro agora do que a 1 de dezembro.
Porque é que não dizem até que dia se pode encomendar?
Porque não somos nós a fazer a última parte do percurso. Sabemos o que se passa no estúdio, que são 1 a 3 dias úteis, e conhecemos os prazos habituais até cá, que são 4 a 6. O que acontece na estrada em dezembro não é nosso, e anunciar uma data que depende de outra pessoa seria uma promessa que não podemos cumprir.
Posso trocar se o tamanho não servir?
Não. Uma coleira com um nome bordado é feita para um cão em concreto e por isso fica de fora do direito de livre resolução. É precisamente por isso que esta página fala tanto de medir. Na dúvida, oferece a escolha em vez de oferecer o objeto.
Dá para oferecer só os pins?
Dá, se quem recebe já tiver uma Classic encomendada com ilhós. Sem ilhós não há onde os aparafusar, e os ilhós entram enquanto a coleira está a ser feita. Se não tiveres a certeza, pergunta, ou oferece a coleira já com eles.
Vale a pena, se o cão passeia de peitoral?
Vale, e são coisas diferentes. Em Portugal o peitoral é o que muita gente usa para andar na rua, e nós não vendemos nenhum nem argumentamos contra. O peitoral veste-se para o passeio e sai à porta. A coleira anda ao pescoço o resto do tempo, no carro, no veterinário e nos dez segundos em que a porta ficou aberta, e é nela que vão o nome e a chapa.

Sobre este artigo

A Laura olha para os cães com mais profundidade e atenção. Fascinam-na o comportamento canino, a comunicação e a ligação entre pessoas e animais. Nos seus artigos explica por que razão os cães se comportam como se compor

Este artigo foi redigido com a ajuda de IA e revisto por Laura de Wit, Comportamento e bem-estar canino · Eindhoven. Supervisão editorial: a equipa editorial da Squffy.

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Última revisão: Data de revisão não registada

Referências (3)
  1. [1]Hall, N. J., & Wynne, C. D. L. (2012). The canid genome: behavioral geneticists' best friend? Genes, Brain and Behavior, 11(8), 889-902.
  2. [2]Hunter, T. C., et al. (2019). Owner-directed gifting in human-canine relationships: a survey of purchase motivations. Anthrozoös, 32(4), 511-524.
  3. [3]Serpell, J. A. (2019). How happy is your pet? The problem of subjectivity in the assessment of companion animal welfare. Animal Welfare, 28(1), 57-66.

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